Abertura josefina, doze dias preliminares, três semanas de preparação e o dia da consagração.
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Antes de iniciar os exercícios de Montfort, confie suas mãos a São José.
Renunciar ao espírito de agitação para escutar Deus.
A vaidade quer aparecer; Maria escolhe o escondimento. O Tratado começa justamente pela humildade da Mãe escondida.
Não há verdadeira devoção sem decisão de conversão. A preparação pede sinceridade diante de Deus.
O mundo mede grandeza por força, fama e posse. Deus escolheu Nazaré, silêncio e humildade.
A consagração começa quando reconhecemos que precisamos da graça.
Quem murmura perde o sentido de filiação. Maria guarda e medita; José obedece em silêncio.
A entrega exige abrir mão de conduzir tudo pela própria vontade.
Não começamos a preparação porque somos melhores, mas porque precisamos ser formados.
A verdadeira devoção não é verniz religioso; é vida transformada.
São José ensina pureza de intenção: amar sem possuir, servir sem dominar.
Quem se entrega a Maria por Cristo não caminha sozinho. São José guardou a casa de Nazaré.
Os doze dias fecham uma porta para abrir outra: menos mundo, mais Cristo.
Conhecer-se é parar de fugir da própria verdade.
A contrição não é tristeza sem esperança; é dor de amor por ter ferido Deus.
Humildade é aceitar a verdade: tudo que é bom vem de Deus.
A consagração renova o sim dado no batismo.
Aquilo que não é entregue permanece desordenado.
A alma que conhece sua fraqueza aprende a depender de Deus.
Montfort ensina uma devoção constante: se cai, levanta-se pela mão da Mãe.
Deus quis vir até nós por Maria.
Maria aparece pouco, mas sua presença sustenta o mistério.
A verdadeira devoção não afasta de Jesus; conduz a Ele.
Maria é Mãe; a devoção verdadeira é cheia de confiança.
Humildade, fé, obediência, pureza e caridade formam a alma consagrada.
Ela não apenas recebe a entrega; ela educa o coração para Cristo.
Depois de São José conduzir, Maria recebe e forma a alma.
Toda devoção verdadeira termina em Jesus Cristo.
Consagrar-se é entregar-se Àquele que se entregou por nós.
O Verbo se fez carne no seio da Virgem.
A vida oculta revela uma humildade que o mundo não compreende.
A consagração amadurece quando se une ao amor crucificado.
A comunhão é o lugar da entrega renovada.
A última semana prepara o ato livre, consciente e amoroso.
Ao fim das três semanas, Montfort orienta confissão, comunhão e recitação da fórmula de consagração.